Setembro Amarelo
Sinais que nem sempre são fáceis de perceber
Mudanças no comportamento, isolamento, perda de interesse por coisas que antes faziam sentido ou uma sensação persistente de desesperança podem indicar que algo não está bem. Nem sempre é fácil perceber.
Nem sempre quem sofre consegue pedir ajuda
E nem sempre quem está sofrendo consegue pedir ajuda. Por isso, estar presente, ouvir sem julgamentos e demonstrar disponibilidade pode fazer diferença.
Perguntar também é uma forma de cuidar
Abrir espaço para uma conversa pode ajudar a pessoa a perceber que não precisa enfrentar tudo sozinha.
Setembro Amarelo: falar é cuidar
Falar sobre saúde mental com responsabilidade ajuda a combater o silêncio e amplia os caminhos para buscar ajuda. Cuidar também é saber ouvir.
O que pode parecer difícil de colocar em palavras
Nem todo sofrimento é visível. Às vezes, ele aparece em mudanças de comportamento, no afastamento das pessoas, na perda de interesse ou em sentimentos que parecem difíceis de colocar em palavras.
Por isso, falar sobre saúde mental é também falar sobre escuta, acolhimento e presença. Nem sempre precisamos ter a resposta certa. Muitas vezes, estar disponível para ouvir, sem julgamentos, já pode ser um primeiro passo.
A importância de oferecer um espaço seguro
Para a neuropsicóloga Gisele Regina da Cunha, CRP 12-14141, integrante do corpo clínico da Neuro Litoral, estar atento às mudanças e oferecer um espaço seguro para falar pode ser fundamental para que a pessoa não enfrente o sofrimento sozinha.
Uma pergunta pode abrir espaço para uma conversa. Uma escuta atenta pode fazer a diferença.
Responsável Técnico: Dr. Vinícius Borges Soares, CRM 14600, RQE 9104
Neuroserv Serviços Médicos, CRM-SC 3858 (Matriz), CRM-SC 8926 (Filial)






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