top of page
logo.png
logo.png
Clínica Itajaí
Segunda a quinta das 8h às 19h e sexta das 8h às 18h

Rua Doutor Nereu Ramos, 197, Sala 101 – 1˚ andar Ed. Comercial Seixas Business Tower, Centro, tajaí – SC
Clínica Balneário Camboriú Segunda a quinta das 8h às 19h e sexta das 8h às 18h

Av. Brasil, nº 177 – Pioneiros, Balneário Camboriú – SC
agendamento@neurolitoral.com.br

(47) 3515 3500
(47) 99204 3500 (WhatsApp)
instagram.png
facebook.png

Palpitação não é só ansiedade: saiba quando investigar o coração.

  • há 1 dia
  • 2 min de leitura

Aquela impressão de que o coração vai escapar do peito. O disparo inesperado, o "baque" no peito, a sensação desconfortável dos próprios batimentos. Quem já passou por isso sabe que as palpitações são difíceis de ignorar e, na maioria das vezes, a primeira explicação que surge é: "deve ser ansiedade".


Às vezes, é mesmo. Mas reduzir tudo ao emocional, sem uma avaliação adequada, pode atrasar diagnósticos importantes.


O que são palpitações?


Palpitação é a percepção subjetiva dos próprios batimentos cardíacos, seja por aceleração, irregularidade ou força aumentada. É um sintoma comum, presente em pessoas de todas as idades, e pode ter origens muito distintas.


A ansiedade e o estresse são causas comuns e bem conhecidas. Quando enfrentamos situações tensas, nosso sistema nervoso autônomo é ativado, fazendo com que o coração acelere. Muitas pessoas sentem essa resposta de forma intensa. Nesses casos, as palpitações são geralmente inofensivas e tendem a passar sozinhas.


O problema está em assumir que toda palpitação tem essa origem, sem investigar outras possibilidades.


Outras causas que merecem atenção.


Palpitações também podem estar associadas a alterações do ritmo cardíaco (arritmias), como a fibrilação atrial, que exige diagnóstico e acompanhamento específicos. Distúrbios metabólicos, como alterações na tireoide, anemia ou desequilíbrios de eletrólitos, são igualmente causas frequentes e tratáveis. O uso de determinados medicamentos, cafeína em excesso, privação de sono e até desidratação também entram nessa lista.


Ou seja: há inúmeras possibilidades, e apenas a avaliação clínica consegue diferenciá-las.


Sinais que indicam a necessidade de investigação.


Alguns padrões de palpitação merecem atenção especial e não devem ser ignorados:


Episódios frequentes ou persistentes, sem causa aparente identificável.

Palpitações acompanhadas de tontura, falta de ar ou dor no peito.

Episódios surgindo em repouso ou durante o sono.

Histórico familiar de doenças cardíacas ou morte súbita.


Nesses casos, a avaliação médica não é opcional: é necessária.


Quais exames podem ser solicitados?


A investigação de palpitações começa pela anamnese detalhada e pelo exame físico. A partir daí, o médico pode solicitar eletrocardiograma (ECG), Holter de 24 horas (monitoramento contínuo do ritmo cardíaco), ecocardiograma ou exames laboratoriais, conforme o perfil clínico de cada paciente.


Identificar a causa correta é o que permite definir se o quadro precisa de tratamento, acompanhamento ou apenas de orientações para reduzir os fatores desencadeantes.


Não normalize o que o seu corpo está sinalizando!


Palpitações recorrentes são um indicativo que deve ser considerado com atenção. Quando surgem juntamente com outros sintomas ou na ausência de uma causa emocional clara, a investigação do coração torna-se a abordagem mais prudente.


Na Neuro Litoral, nosso serviço de cardiologia está preparado para essa investigação de forma criteriosa e humanizada.


Responsável Técnico Médico: Dr. Vinícius Borges Soares — CRM 14600 | RQE 9104

 
 
 

Comentários


bottom of page